Amarga mente, maldito dom de sofrer, maldito ato de amar.
A vida, filha de uma meretriz, um hora te alegra, e depois, como um palhado te joga um torta, te roga uma praga, te faz infeliz.
Ela me socou, cara!
Entendedores, dentre muitas dores, entenderam.
Entenderam que as dores vem para o bem, dolorosos entendem e os sábios tentam explicar, só o coração sente o que a mente inventa pra gente tentar desvendar o que sente, a gente mente pra gente.
A mente não mente, mente desnaturada, quando mentida, se qualifica a nada.
O entendimento, depende da mente da gente.
A gente tem a mente movida sempre pra frente?
Pra frente? Será? Me parece parada.
Rodando, rodando, me deixando tonta.
Estou perdida, meu nobre amigo.
Dentro da mente tudo trabalha, nem tá vazia, tem aquilo que se foi, aquilo que faz falta na falta de amor da gente.
Mente trabalhadora, sofredora, que adora ler um bom livro, em certa hora, que atrapalha o sono, mas bate na porta.
A mente que quer crescer e sair lá pra fora.
Vai, mente, não mente pra mim, voa, volta pro teu ninho e se aninha no coração do meu ser.
Entra no meu coração e mente o meu amor.
Diz pro meu amor que eu quero voltar, que estou aqui,
esperando ele voltar.
Amor? Sentimento? Puro rendimento de uma conversa sã
abalada pelo momento, como Coca-Cola e Mentos, explode no ar.
O amor como vento, está a pairar, está a entrar na mente da gente, para pensar naquela ''a gente'' que já é da gente mais, é só meu. Aquele amor, maldito ato de amar.
E reparar, será que realmente, vale a pena amar?
A pena nunca valeu, e nunca valerá, mas a gente tenta, é coisa da gente, nascer, crescer, amar, morrer, renascer e voltar a amar.
Mesmo não tendo amor, a gente ama. Amarga mente, amar a gente.
Amor que mente.
Amarga mente.
A pena não vale, nunca valeu.
Lá se foi o amor que era meu, e um dia foi teu.
Sumiu pelo mundo, como Deus pro ateu
Deus? Esquece, fiz do teu amor meu Deus, fiz de ti o que era meu.
Agora, eis-me aqui afogada em ateísmo de Amor.
Nesse ateísmo de acreditar em amor.
Amor, meu Deus.
Ih! Vamos esquecer de Deus.
Por que este Deus era o teu amor...
E teu amor? Não vou mentir pra gente: Morreu.
- Bruna Helena e Samuel Ferreira, aqueles drogados, viciados em amor, procurando amor, mas só achando dor. Tudo culpa da mente, das mentiras da gente.
Ela me socou, cara!
Entendedores, dentre muitas dores, entenderam.
Entenderam que as dores vem para o bem, dolorosos entendem e os sábios tentam explicar, só o coração sente o que a mente inventa pra gente tentar desvendar o que sente, a gente mente pra gente.
A mente não mente, mente desnaturada, quando mentida, se qualifica a nada.
O entendimento, depende da mente da gente.
A gente tem a mente movida sempre pra frente?
Pra frente? Será? Me parece parada.
Rodando, rodando, me deixando tonta.
Estou perdida, meu nobre amigo.
Dentro da mente tudo trabalha, nem tá vazia, tem aquilo que se foi, aquilo que faz falta na falta de amor da gente.
Mente trabalhadora, sofredora, que adora ler um bom livro, em certa hora, que atrapalha o sono, mas bate na porta.
A mente que quer crescer e sair lá pra fora.
Vai, mente, não mente pra mim, voa, volta pro teu ninho e se aninha no coração do meu ser.
Entra no meu coração e mente o meu amor.
Diz pro meu amor que eu quero voltar, que estou aqui,
esperando ele voltar.
Amor? Sentimento? Puro rendimento de uma conversa sã
abalada pelo momento, como Coca-Cola e Mentos, explode no ar.
O amor como vento, está a pairar, está a entrar na mente da gente, para pensar naquela ''a gente'' que já é da gente mais, é só meu. Aquele amor, maldito ato de amar.
E reparar, será que realmente, vale a pena amar?
A pena nunca valeu, e nunca valerá, mas a gente tenta, é coisa da gente, nascer, crescer, amar, morrer, renascer e voltar a amar.
Mesmo não tendo amor, a gente ama. Amarga mente, amar a gente.
Amor que mente.
Amarga mente.
A pena não vale, nunca valeu.
Lá se foi o amor que era meu, e um dia foi teu.
Sumiu pelo mundo, como Deus pro ateu
Deus? Esquece, fiz do teu amor meu Deus, fiz de ti o que era meu.
Agora, eis-me aqui afogada em ateísmo de Amor.
Nesse ateísmo de acreditar em amor.
Amor, meu Deus.
Ih! Vamos esquecer de Deus.
Por que este Deus era o teu amor...
E teu amor? Não vou mentir pra gente: Morreu.
- Bruna Helena e Samuel Ferreira, aqueles drogados, viciados em amor, procurando amor, mas só achando dor. Tudo culpa da mente, das mentiras da gente.
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