Me deixa
Deixa eu fingir que está tudo bem e fazer um canção, meu bem. E se deixarmos o amor entrar com a luz do sol, se estrelas nos guiassem e perdêssemos o medo corajoso de viver? Poderia te chamar de ignorante, abrir a porta e te mandar embora, tomar remédios para dormir, chorar até sem lágrimas e mostrar que estou bem. Mentiras. Bem sem você é como a lua sem lobos para uivar, entenda, felicidade longe de você não há.
Es um poço de amor, vestido de ódio, mas um poço de amor e me afogo aí dentro destes olhos, me perco nesses braços e mesmo de longe, sorrindo, sou melhor.
Estou cheia dos meus sofrimentos e ainda sim carregaria o seu, meus dramas, minha estupidez, me perdoa, me perdoa por não ser, por não ser o suficiente, por não ser de mais, de menos, a tal dos sonhos, a que te faz.
Queria mesmo ser metade do que tu achas interessante, parte do que te atrai, não sou nem metade de mim mesma, e ainda pequena querendo ser metade de você. Parece longe, parece grande, parece de mais pra mim, chego a acreditar que seja, chego á pensar que é.
Prendo meus cabelos em um coque desarrumado, vestido solto, sapatilhas inocentes. Muito menina, nem um pouco mulher. Camisas de banda e tênis por lavar. Batom vermelho. Sempre a mesma coisa. Menina sem graça, sem novidades, sem coisas para chamar a atenção de um cara assim, como você. Perfeição.
Desculpa por não ser o bastante, não sou inteligente ou engraçada, bonita ou bem humorada.
Es um poço de amor, vestido de ódio, mas um poço de amor e me afogo aí dentro destes olhos, me perco nesses braços e mesmo de longe, sorrindo, sou melhor.
Estou cheia dos meus sofrimentos e ainda sim carregaria o seu, meus dramas, minha estupidez, me perdoa, me perdoa por não ser, por não ser o suficiente, por não ser de mais, de menos, a tal dos sonhos, a que te faz.
Queria mesmo ser metade do que tu achas interessante, parte do que te atrai, não sou nem metade de mim mesma, e ainda pequena querendo ser metade de você. Parece longe, parece grande, parece de mais pra mim, chego a acreditar que seja, chego á pensar que é.
Prendo meus cabelos em um coque desarrumado, vestido solto, sapatilhas inocentes. Muito menina, nem um pouco mulher. Camisas de banda e tênis por lavar. Batom vermelho. Sempre a mesma coisa. Menina sem graça, sem novidades, sem coisas para chamar a atenção de um cara assim, como você. Perfeição.
Desculpa por não ser o bastante, não sou inteligente ou engraçada, bonita ou bem humorada.
Mas sou quase sua e estou aqui, por você.
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