Da insistente desistência
Desisto.
Simples, troquei realidade por suposição.
Dei-me o direito de ser infeliz de tanto rir e feliz de tanto chorar.
Daí penso ''amor fati'' e a vida diz ''não'', daí eu penso ''covarde'' e me vem de longe a solução.
Findar a vida de forma bonita ou enlouquecer.
Acabar como Dom Quixote - louco, mas poeta e herói - ou como Judas - traidor, com a corda no pescoço, porém redimido.
Nada mais é belo.
Nada mais é.
Nada.
Tudo é nada.
Nada.
Agonizo a certeza das incertezas, desprezo o prazer da agonia , gozo a vida vazia e espero.
Espero queixas consistentes dos entes mais queridos do meu ser.
Paciência é pra quem possui resistência, lamento, lembro do tempo em que aqui eu ficaria.
Agora, vou.
Vou por não ter pra onde ir, vou de trem, vou andando, vou dançando e pulando pra lugar algum. Chego aí, aonde é aí? Lugar nenhum.
Quem é você? Ninguém. Quem sou eu? Você.
Não creio poder, não se pode... Afinal, o que se pode?
Se pode não poder.
Posso.
Possuo.
Suponho, exponho-me.
Não ligo, suplico, mas não espero.
Supero? Um dia.
Por enquanto sigo com a mochila cheia e a alma vazia.
Ou melhor dizendo, não sigo, fico, mas fico em qualquer lugar, meu relógio marca qualquer hora.
Nunca se sabe, eu sei.
A virtude da vida é ficar.
Desvirtuo, vou embora.
Tchau.
Vê se não chora.
Implora e eu fico, sinto, duvido.
Espero.
Supero? Sim, agora.
Tchau.
Simples, troquei realidade por suposição.
Dei-me o direito de ser infeliz de tanto rir e feliz de tanto chorar.
Daí penso ''amor fati'' e a vida diz ''não'', daí eu penso ''covarde'' e me vem de longe a solução.
Findar a vida de forma bonita ou enlouquecer.
Acabar como Dom Quixote - louco, mas poeta e herói - ou como Judas - traidor, com a corda no pescoço, porém redimido.
Nada mais é belo.
Nada mais é.
Nada.
Tudo é nada.
Nada.
Agonizo a certeza das incertezas, desprezo o prazer da agonia , gozo a vida vazia e espero.
Espero queixas consistentes dos entes mais queridos do meu ser.
Paciência é pra quem possui resistência, lamento, lembro do tempo em que aqui eu ficaria.
Agora, vou.
Vou por não ter pra onde ir, vou de trem, vou andando, vou dançando e pulando pra lugar algum. Chego aí, aonde é aí? Lugar nenhum.
Quem é você? Ninguém. Quem sou eu? Você.
Não creio poder, não se pode... Afinal, o que se pode?
Se pode não poder.
Posso.
Possuo.
Suponho, exponho-me.
Não ligo, suplico, mas não espero.
Supero? Um dia.
Por enquanto sigo com a mochila cheia e a alma vazia.
Ou melhor dizendo, não sigo, fico, mas fico em qualquer lugar, meu relógio marca qualquer hora.
Nunca se sabe, eu sei.
A virtude da vida é ficar.
Desvirtuo, vou embora.
Tchau.
Vê se não chora.
Implora e eu fico, sinto, duvido.
Espero.
Supero? Sim, agora.
Tchau.
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