Afinal, a vida é sentir.
Sentir? Quem por ventura sentiria o mesmo que cada um de nós, amigos?
Quem entenderia o sentir gracioso de ser humano e sentir na pele a vida, o perfume, a flor, a energia?
Há quem diria que não gosta do ''sentir'', e há pessoas como essa que vós escreve que ama - sem exageros, ama mesmo - sentir, ama sentir de tudo, inclusive os sentimentos fortes das tristezas fracas da vida.
Quero dizer, viver é sentir. Sentidos! Ah, os sentidos...
Sinto, logo vivo.
Vivo, logo sinto.
Sou.
Sou os sentidos da vida, a vida e todo o seu ''sentir'' em conjunto com o agir.
A gente age por sentir, e sente que deve agir por ser assim.
Sou toda sentido.
Não faço sentido sem sentir. Sinto inevitavelmente o sentido da vida, do perfume, da flor e da energia.
Gosto de sentir que sangro, que sofro e que sou. Me sinto humana por sentir, mesmo que sentir as lágrimas, mesmo que sem sentido, apenas amo o ''sentir''.
Sinto o que vier, o que houver, sinto o que der pra sentir.
Sou o que dá pra ser, o que der pro meu gasto, pro gasto da vida.
Gasto meu amor, me desgasto, logo sou.
Sou amor, sou o gasto.
Sou o gosto na pele da vida, do perfume, da flor e da energia.
Sou a vida, a vida sou eu...
A vida! Há quem possa explicar? A vida, companheiros, é o perfume da flor, é a energia de viver.
A vida é uma espécie de dom que venho escrevendo desde... Bem, desde quando mesmo? Ah, desde sempre. E este dom não é bem o dom da vida, é o dom de sentir. Pois, só se vive quem sente.
Quem entenderia o sentir gracioso de ser humano e sentir na pele a vida, o perfume, a flor, a energia?
Há quem diria que não gosta do ''sentir'', e há pessoas como essa que vós escreve que ama - sem exageros, ama mesmo - sentir, ama sentir de tudo, inclusive os sentimentos fortes das tristezas fracas da vida.
Quero dizer, viver é sentir. Sentidos! Ah, os sentidos...
Sinto, logo vivo.
Vivo, logo sinto.
Sou.
Sou os sentidos da vida, a vida e todo o seu ''sentir'' em conjunto com o agir.
A gente age por sentir, e sente que deve agir por ser assim.
Sou toda sentido.
Não faço sentido sem sentir. Sinto inevitavelmente o sentido da vida, do perfume, da flor e da energia.
Gosto de sentir que sangro, que sofro e que sou. Me sinto humana por sentir, mesmo que sentir as lágrimas, mesmo que sem sentido, apenas amo o ''sentir''.
Sinto o que vier, o que houver, sinto o que der pra sentir.
Sou o que dá pra ser, o que der pro meu gasto, pro gasto da vida.
Gasto meu amor, me desgasto, logo sou.
Sou amor, sou o gasto.
Sou o gosto na pele da vida, do perfume, da flor e da energia.
Sou a vida, a vida sou eu...
A vida! Há quem possa explicar? A vida, companheiros, é o perfume da flor, é a energia de viver.
A vida é uma espécie de dom que venho escrevendo desde... Bem, desde quando mesmo? Ah, desde sempre. E este dom não é bem o dom da vida, é o dom de sentir. Pois, só se vive quem sente.
Bruna só digo uma coisa perfeito.
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